Enxerto de gordura
O enxerto de gordura autóloga utiliza tecido adiposo retirado do próprio paciente para finalidades específicas, como reposição de volume ou correções de contorno, quando houver indicação médica. A técnica, o processamento do tecido e o objetivo clínico precisam ser definidos e explicados individualmente.
Um enxerto de gordura não deve ser apresentado como sinônimo de terapia com células-tronco nem como regeneração garantida. Preparações chamadas microfat, nanofat ou fração vascular estromal não são automaticamente equivalentes; o processamento e o uso pretendido podem exigir avaliação regulatória própria.
Procedimentos com retirada e reaplicação de gordura são invasivos e apresentam riscos na área doadora e na área tratada. Entre eles estão sangramento, infecção, irregularidades, assimetrias, reabsorção do enxerto e complicações vasculares, que podem ser graves. O ambiente e a anestesia dependem da complexidade.
Esta página é educativa. Não confirma disponibilidade de terapia celular nem promete tratar manchas, poros, queda de cabelo ou flacidez. Na consulta, esclareça a técnica proposta, suas indicações, evidências, alternativas e riscos.

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