O que não pode faltar para seu rosto entre os 35 e 45 anos?
Alice Jaruche • 8 de março de 2021
Até os 30 anos, nossa pele atinge o pico de colágeno, massa óssea e massa muscular. Depois disso, ocorre a diminuição de colágeno e elastina da pele facial. Dessa forma, a partir dessa idade, é importante intensificar os cuidados relacionados à face.
Assim, é indicado que se inicie tratamentos de reposição de colágeno e elastina, além dos procedimentos para amenizar olheiras e sulco naso geniano. Com isso, se mantém a firmeza da pele e é possível tratar os sulcos e rugas finas ao redor dos olhos.
Antes da fase em que geralmente inicia-se a menopausa, é fundamental o tratamento com bioestimuladores, por conta da redução de colágeno que o organismo da mulher sofre ao de fato entrar na menopausa.
Entre os tratamentos mais indicados estão os bioestimuladores de colágeno
(sculptra e radiesse), que diminuem a flacidez e aumentam a espessura da pele facial, laser de CO2, que tira manchas, estimula a produção de colágeno, ameniza as linhas de expressão e fecha os poros. Há também o erbium yag, que diminui os efeitos do aplainamento e diminuição do volume labial. Além de preenchimentos para harmonização ou reposição da perda de volume em determinadas partes do rosto.
Os cuidados que já eram realizados devem continuar, para garantia de maior prevenção e uma face mais bonita.

A papada é uma das queixas mais comuns quando o assunto é contorno facial. E existe uma dúvida que aparece com frequência no consultório: “Minha papada é gordura ou flacidez?” A resposta nem sempre é simples. Em algumas pessoas, o excesso de volume abaixo do queixo está relacionado principalmente à gordura localizada. Em outras, a flacidez da pele é o principal fator. E há ainda quem apresente gordura e flacidez ao mesmo tempo . Identificar o que realmente está causando a papada é o primeiro passo para escolher um tratamento adequado.

A região íntima feminina pode apresentar diferentes formatos, tamanhos e características anatômicas, não existe um único padrão considerado normal. Ainda assim, algumas mulheres sentem desconforto com o excesso de tecido dos pequenos lábios, seja por uma questão estética, por incômodo durante atividades físicas, pelo uso de determinadas roupas ou durante as relações sexuais. É nesse contexto que a ninfoplastia , também conhecida como labioplastia, pode ser considerada. Antes de tomar uma decisão, porém, existem alguns pontos importantes que precisam ser avaliados.

Existe uma situação bastante comum: a pessoa dorme bem, cuida da pele e se sente disposta, mas, ao se olhar no espelho, continua com a impressão de que o rosto transmite cansaço, peso ou tristeza . Em muitos casos, a região dos olhos é a responsável por essa percepção. Com o passar dos anos, a pele das pálpebras pode perder elasticidade, o excesso de pele pode se tornar mais evidente e as bolsas de gordura podem modificar o contorno dos olhos. É nesse contexto que a blefaroplastia pode ser indicada.

Emagrecer pode trazer diversos benefícios para a saúde e para a qualidade de vida. No entanto, algumas pessoas percebem uma mudança inesperada no espelho: o rosto parece mais fino, cansado ou envelhecido depois da perda de peso . Isso pode acontecer mesmo quando a pessoa está satisfeita com o corpo. A explicação está na relação entre gordura facial, sustentação dos tecidos, qualidade da pele e estrutura do rosto . Quando ocorre uma perda significativa de peso, essas estruturas podem mudar de maneira perceptível, alterando o contorno e a aparência facial. Mas por que isso acontece?

Entre tantos ingredientes que surgem diariamente no universo do skincare, alguns permanecem relevantes por décadas. É o caso do retinol , um dos ativos mais conhecidos quando o assunto é prevenção e tratamento dos sinais do envelhecimento. Mas, com o surgimento de novos ingredientes e tecnologias, uma dúvida é cada vez mais comum: o retinol ainda é o melhor ativo anti-idade? A resposta curta é: ele continua sendo um dos ativos mais estudados e importantes para o cuidado anti-idade, mas não existe um único produto que seja o melhor para todas as peles. A escolha depende da idade, sensibilidade, objetivos e características de cada paciente.

Nos últimos anos, a dermatologia passou a valorizar cada vez mais tratamentos voltados não apenas para corrigir sinais do envelhecimento, mas também para melhorar a qualidade e estimular os mecanismos naturais de reparação da pele . É nesse cenário que o PDRN ganhou destaque. PDRN é a sigla para polidesoxirribonucleotídeo , um conjunto de fragmentos de DNA estudado por seu potencial de atuar em processos relacionados à reparação e regeneração dos tecidos. Embora o PDRN não seja uma novidade na medicina, seu uso em protocolos dermatológicos e estéticos vem despertando cada vez mais interesse.

O Endolaser é um procedimento minimamente invasivo que vem ganhando espaço entre as opções para melhorar a flacidez, o contorno corporal e determinadas áreas com gordura localizada. Diferentemente de tecnologias que atuam exclusivamente sobre a superfície da pele, o Endolaser utiliza uma fibra óptica muito fina posicionada sob a pele para entregar energia diretamente aos tecidos. Mas será que o Endolaser é indicado para qualquer pessoa? Ele serve apenas para gordura? Como é a recuperação? Antes de realizar o procedimento, é importante conhecer alguns pontos.

O preenchimento labial está entre os procedimentos estéticos mais procurados para melhorar o contorno, a proporção e a hidratação dos lábios. Apesar de ser um procedimento conhecido, alcançar um resultado bonito e natural depende de muito mais do que simplesmente escolher uma quantidade de produto. Antes da aplicação, é fundamental realizar uma avaliação individualizada da anatomia dos lábios e de toda a região ao redor da boca . Formato, proporções, assimetrias, movimento, qualidade da pele e características faciais devem ser considerados para definir se o procedimento é realmente indicado e qual estratégia será utilizada. Por isso, antes de fazer um preenchimento labial, existem alguns pontos importantes que precisam ser avaliados.

Os peptídeos vêm ganhando cada vez mais espaço na dermatologia e nos cuidados com a pele. Entre eles, um dos mais estudados é o GHK-Cu , também conhecido como peptídeo de cobre. O interesse por esse ativo está relacionado à sua participação em processos de reparo e remodelação da pele , além de estudos que investigam seus efeitos sobre colágeno, elastina, inflamação e envelhecimento cutâneo. Mas o que exatamente é o GHK-Cu? Ele realmente estimula o colágeno? Pode ser utilizado em uma rotina de skincare? E quais benefícios já possuem evidências?

Quando falamos em firmeza, elasticidade e envelhecimento da pele , dois nomes aparecem com frequência: colágeno e elastina. Embora as duas sejam proteínas importantes para a estrutura da pele, elas desempenham funções diferentes e trabalham em conjunto para manter o tecido resistente, firme e elástico. Com o passar dos anos, a produção dessas proteínas diminui e os fatores externos, principalmente a exposição solar, podem acelerar sua degradação. Por isso, entender a diferença entre colágeno e elastina ajuda a compreender melhor por que a pele muda ao longo do tempo e quais cuidados podem ajudar a preservar sua qualidade.

