E esse tal de "ANTI" ageing?
Fernando Jaruche Nunes • 27 de abril de 2018
O termo “anti-envelhecimento” que esta sendo cada dia mais utilizado. Será que "anti" é uma palavra inspiradora a ser usada quando se trata de envelhecimento, um processo perfeitamente natural que todos nós? Na minha opinião a terminologia de cuidados com a pele deve celebrar os benefícios extras que nossos produtos e procedimentos podem oferecer, em vez de focar nos chamados “defeitos” que eles afirmam consertar e esconder. A linguagem tem grande poder para formar os nossos pensamentos e a partir deles as nossas ações. Pensar em combater o envelhecimento não é uma forma saudável viver a vida. Buscar envelhecer com saúde, beleza e harmonia é essencial mas não seria melhor focar mais no positivo do que no negativo?

Você já sentiu que, ao abrir as redes sociais, todas as mulheres parecem ter saído de um mesmo molde?. O mesmo nariz, a mesma boca e as mesmas maçãs do rosto proeminentes tornaram-se tão comuns que criaram um fenômeno de "rostos de Instagram". No entanto, no consultório, o movimento atual é de libertação: a era dos filtros e das harmonizações exageradas acabou. Hoje, o verdadeiro luxo não é buscar a perfeição artificial, mas sim o resgate da própria identidade. Entramos em uma fase onde o objetivo não é mais "não envelhecer", mas sim garantir que a idade seja apenas um detalhe em uma pele extremamente bem cuidada.

Você já se sentiu exausta só de pensar na famosa rotina coreana de 10 passos? Se a resposta for sim, tenho uma excelente notícia: a Coreia do Sul, o maior epicentro de inovação em skincare do mundo, mudou o jogo em 2026. Esqueça o empilhamento excessivo de produtos. O foco agora é o minimalismo inteligente . Se você continua aplicando camadas e camadas de ativos sem estratégia, saiba que pode estar jogando dinheiro fora e, o que é pior, inflamando a sua barreira cutânea. Vamos explorar como a tecnologia de consultório chegou à sua casa e como adaptar o segredo da "pele de porcelana" para a realidade do clima brasileiro.

Carnaval, glitter e tintas na pele: cuidados essenciais para curtir a folia sem prejudicar sua saúde
O Carnaval é um dos momentos mais aguardados do ano no Brasil. Seja nos blocos de rua, nos desfiles ou nas festas privadas, é comum apostar em muito glitter, tintas corporais, maquiagem elaborada e fantasias criativas. Mas o que muita gente esquece é que a pele também sente — e pode sofrer — com os excessos típicos dessa época. Vamos ajudar você a aproveitar a folia com segurança, prevenindo alergias, irritações, manchas e infecções cutâneas.

A pele humana tem memória — e os danos causados pela radiação ultravioleta (UV) não desaparecem apenas porque o bronzeado foi embora ou a pele “descascou”. Esses danos se acumulam ao longo da vida e se manifestam silenciosamente, muitas vezes décadas depois, na forma de envelhecimento precoce, manchas, fragilidade cutânea e até câncer de pele .

Durante muitos anos, a dermatologia estética foi procurada principalmente para corrigir sinais já instalados do envelhecimento. Rugas profundas, flacidez acentuada e perda de contorno facial eram as queixas mais comuns. Em 2026, esse cenário mudou de forma definitiva. O conceito de Prejuvenation — união das palavras prevention (prevenção) e rejuvenation (rejuvenescimento) — tornou-se um dos assuntos mais buscados nos consultórios dermatológicos e nas plataformas digitais. A proposta é clara: cuidar da pele antes que os sinais se tornem evidentes, preservando a naturalidade e retardando o envelhecimento de forma elegante e progressiva.

A queda de cabelo é uma das queixas mais frequentes nos consultórios dermatológicos e pode afetar homens e mulheres em diferentes fases da vida. Mais do que uma questão estética, a alopecia impacta diretamente a autoestima, a imagem pessoal e a qualidade de vida. Com os avanços da dermatologia, já se sabe que não existe um único tratamento capaz de resolver todos os tipos de queda capilar . O que apresenta melhores resultados atualmente é a chamada terapia combinada , uma estratégia personalizada que associa diferentes tecnologias e métodos terapêuticos para atuar de forma completa sobre o couro cabeludo e o folículo piloso.

Durante muito tempo, a região íntima feminina foi cercada de tabus, silêncio e desinformação. Hoje, a dermatologia moderna e a ginecologia caminham juntas para mostrar que a saúde vulvar é parte essencial da saúde da mulher , e que os cuidados com essa região vão muito além da estética: envolvem conforto, autoestima, função sexual e bem-estar. A vulva — parte externa do órgão genital feminino — é formada pelos grandes lábios, pequenos lábios, clitóris, monte pubiano e entrada da vagina. Assim como a pele do rosto e do corpo, essa região sofre influência direta de fatores como idade, alterações hormonais, gestações, emagrecimento, depilação frequente e predisposição genética. Com isso, podem surgir queixas funcionais e estéticas que hoje já possuem tratamentos dermatológicos seguros, eficazes e minimamente invasivos.

O lipedema é uma doença crônica e progressiva que ainda é pouco conhecida, muitas vezes confundida com obesidade ou linfedema. Essa falta de informação faz com que milhares de mulheres convivam por anos com dor, inchaço e frustração, sem um diagnóstico correto. Neste artigo, você vai entender de forma clara e completa o que é o lipedema, quais são seus sintomas, como é feito o diagnóstico e quais são as opções de tratamento disponíveis.

As picadas de insetos são extremamente comuns e podem variar de simples incômodos até quadros dermatológicos mais importantes, com risco de infecção, cicatrizes e até transmissão de doenças. Nos últimos anos, observou-se um aumento significativo de casos relacionados a percevejos, pulgas e outros insetos, especialmente em ambientes urbanos, hotéis, viagens e residências. Entender como identificar, tratar e prevenir essas picadas é fundamental para a saúde da pele.


