E esse tal de "ANTI" ageing?
Fernando Jaruche Nunes • 27 de abril de 2018
O termo “anti-envelhecimento” que esta sendo cada dia mais utilizado. Será que "anti" é uma palavra inspiradora a ser usada quando se trata de envelhecimento, um processo perfeitamente natural que todos nós? Na minha opinião a terminologia de cuidados com a pele deve celebrar os benefícios extras que nossos produtos e procedimentos podem oferecer, em vez de focar nos chamados “defeitos” que eles afirmam consertar e esconder. A linguagem tem grande poder para formar os nossos pensamentos e a partir deles as nossas ações. Pensar em combater o envelhecimento não é uma forma saudável viver a vida. Buscar envelhecer com saúde, beleza e harmonia é essencial mas não seria melhor focar mais no positivo do que no negativo?

Quando surgem as primeiras linhas de expressão, principalmente na testa, a toxina botulínica costuma ser o tratamento mais lembrado. Afinal, ela é considerada a primeira alternativa para suavizar rugas causadas pela movimentação dos músculos da face. Mas e quando o paciente não se adapta ao tratamento ou busca uma abordagem diferente? Existem outras opções? A resposta é sim. Embora nenhuma tecnologia reproduza exatamente o mecanismo de ação da toxina botulínica, alguns tratamentos podem melhorar significativamente a qualidade da pele, suavizar linhas finas e promover um rejuvenescimento natural. Entre eles, destacam-se os bioremodeladores de colágeno , o laser de CO₂ fracionado e a radiofrequência .

Quando os primeiros sinais de flacidez começam a aparecer, uma das dúvidas mais comuns no consultório é: vale mais a pena fazer bioestimuladores de colágeno ou radiofrequência? A resposta é que não existe um tratamento universalmente melhor . Cada tecnologia atua de uma forma diferente e pode ser indicada conforme o grau de flacidez, a qualidade da pele, a idade do paciente e os objetivos do tratamento. Em muitos casos, inclusive, os dois tratamentos podem ser associados para potencializar os resultados.

O colágeno é a proteína mais abundante do nosso organismo e desempenha um papel fundamental na sustentação da pele. É ele quem ajuda a manter a firmeza, elasticidade e resistência dos tecidos. Com o passar dos anos, porém, a produção natural de colágeno diminui. Como consequência, começam a surgir sinais como flacidez, rugas, linhas finas e perda do contorno facial. Embora o envelhecimento seja um processo natural, alguns hábitos podem contribuir para preservar o colágeno por mais tempo e manter a pele saudável. Vem descobrir como estimular o colágeno naturalmente e entender quando os tratamentos dermatológicos podem complementar esses cuidado

Após a gestação, muitas mulheres percebem mudanças no corpo, principalmente na região abdominal. A pele pode ficar mais flácida, perder firmeza e apresentar estrias ou dificuldade para retornar ao aspecto anterior. Essa é uma condição bastante comum e faz parte do processo natural de adaptação do organismo após o parto. A intensidade da flacidez, porém, varia de acordo com fatores como genética, idade, qualidade da pele, ganho de peso durante a gestação e produção de colágeno. Felizmente, hoje existem tratamentos dermatológicos capazes de estimular o colágeno e melhorar a firmeza da pele de forma gradual e sem cirurgia, na maioria dos casos.

Ter uma pele lisa, com tom uniforme e livre de manchas é o desejo de muitas pessoas. No entanto, pelos encravados, foliculite, manchas causadas pelo sol ou pelo atrito e marcas deixadas por inflamações podem comprometer a aparência da pele em diferentes regiões do corpo. A boa notícia é que a dermatologia moderna oferece tratamentos que podem ser combinados para melhorar esses aspectos de forma personalizada. A associação entre depilação a laser e tecnologias para tratar manchas é uma estratégia cada vez mais utilizada para quem busca uma pele mais uniforme, saudável e bonita.

Muitas pessoas começam a perceber mudanças na pele por volta dos 30 anos. Linhas finas, perda do viço, leve flacidez e menor firmeza costumam surgir de forma gradual e, muitas vezes, passam despercebidas no início. Embora essas alterações façam parte do processo natural de envelhecimento, compreender o que acontece com a pele após os 30 anos é fundamental para adotar medidas preventivas e preservar sua qualidade por mais tempo. A boa notícia é que a dermatologia moderna oferece diversas estratégias para estimular a produção de colágeno e retardar os sinais do envelhecimento de forma natural e personalizada.

Quando o assunto é rejuvenescimento sem cirurgia, duas tecnologias estão entre as mais procuradas nos consultórios dermatológicos: Volnewmer e Ultraformer . Ambas têm como objetivo estimular a produção de colágeno, melhorar a firmeza da pele e combater a flacidez. No entanto, elas utilizam tecnologias diferentes e podem apresentar indicações distintas, dependendo das características de cada paciente. A dúvida "Volnewmer ou Ultraformer: qual é melhor?" é muito comum. A resposta, porém, depende de uma avaliação individualizada, considerando fatores como idade, grau de flacidez, região a ser tratada e objetivos do tratamento. Entenda como cada tecnologia funciona, suas principais diferenças e em quais situações elas podem ser indicadas.

A região dos olhos é uma das primeiras áreas a demonstrar sinais de envelhecimento. Com o passar dos anos, a pele das pálpebras torna-se mais fina, perde elasticidade e apresenta flacidez, contribuindo para um aspecto cansado e envelhecido. O Volnewmer surge como uma alternativa moderna para melhorar essa região sem necessidade de cirurgia.



