Queda de cabelo

Fernando Jaruche Nunes • 7 de fevereiro de 2018

O cabelo passa por três fases, anágena, catágena e telógena, na primeira, os fios estão em crescimento, no período de 2 a 6 anos, na segunda, os fios estão em repouso, permanecem assim por uma ou duas semanas e na terceira e última, os cabelos mortos estão sendo eliminados, a queda ocorre nesse momento e, essa etapa dura cerca de dois meses. Lembrando que é considerado normal perder cerca de 120 fios de cabelo por dia.

A queda de cabelo é umas das queixas mais frequentes nos consultórios de dermatologia, é preciso prestar atenção se está caindo na medida certa ou excessivamente, é possível analisar isso na hora do banho e enquanto penteia os fios. Se você perceber que algo está errado, procure um dermatologista.

No consultório, é realizado um teste de tração, nada mais é que uma avaliação do couro cabeludo e dos fios, sendo utilizado um aparelho específico e se necessário, um tricograma. Além de examinar os fios, é essencial fazer exames de sangue para avaliar a saúde, pois muitas doenças têm queda dos cabelos como um dos sintomas.

PERDA DOS FIOS APÓS A GESTAÇÃO

São os hormônios, especialmente progesterona e estrógeno que provocam alterações na cabeça da mamãe. Durante os nove meses gestacionais, a fase anágena ganha força, por isso, os cabelos ficam mais consistentes e bonitos, cerca de três meses após o parto, o nível dos hormônios começa a se estabilizar e a fase telógena chega, causando a perda dos fios temporariamente.

A mamãe não deve ficar muito preocupada com esse fato, pois é algo natural. O ideal é manter uma alimentação saudável, rica em vitaminas, além de cuidar do cabelo, evitando prendê-lo, secar, escovar com frequência ou aplicar produtos químicos nele, assim ele volta a crescer saudável.

Não se preocupe, você não vai perder seus cabelos, existem muitas formas de tratamento. Espumas, vitaminas, aplicação de medicação, LED e medicamentos poderão te ajudar a combater a queda. Consulte o dermatologista, identifique e solucione seus problemas!

#quedadecabelo

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Quando os primeiros sinais de flacidez começam a aparecer, uma das dúvidas mais comuns no consultório é: vale mais a pena fazer bioestimuladores de colágeno ou radiofrequência? A resposta é que não existe um tratamento universalmente melhor . Cada tecnologia atua de uma forma diferente e pode ser indicada conforme o grau de flacidez, a qualidade da pele, a idade do paciente e os objetivos do tratamento. Em muitos casos, inclusive, os dois tratamentos podem ser associados para potencializar os resultados. 
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O colágeno é a proteína mais abundante do nosso organismo e desempenha um papel fundamental na sustentação da pele. É ele quem ajuda a manter a firmeza, elasticidade e resistência dos tecidos. Com o passar dos anos, porém, a produção natural de colágeno diminui. Como consequência, começam a surgir sinais como flacidez, rugas, linhas finas e perda do contorno facial. Embora o envelhecimento seja um processo natural, alguns hábitos podem contribuir para preservar o colágeno por mais tempo e manter a pele saudável. Vem descobrir como estimular o colágeno naturalmente e entender quando os tratamentos dermatológicos podem complementar esses cuidado
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Após a gestação, muitas mulheres percebem mudanças no corpo, principalmente na região abdominal. A pele pode ficar mais flácida, perder firmeza e apresentar estrias ou dificuldade para retornar ao aspecto anterior. Essa é uma condição bastante comum e faz parte do processo natural de adaptação do organismo após o parto. A intensidade da flacidez, porém, varia de acordo com fatores como genética, idade, qualidade da pele, ganho de peso durante a gestação e produção de colágeno.  Felizmente, hoje existem tratamentos dermatológicos capazes de estimular o colágeno e melhorar a firmeza da pele de forma gradual e sem cirurgia, na maioria dos casos.
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Muitas pessoas começam a perceber mudanças na pele por volta dos 30 anos. Linhas finas, perda do viço, leve flacidez e menor firmeza costumam surgir de forma gradual e, muitas vezes, passam despercebidas no início. Embora essas alterações façam parte do processo natural de envelhecimento, compreender o que acontece com a pele após os 30 anos é fundamental para adotar medidas preventivas e preservar sua qualidade por mais tempo. A boa notícia é que a dermatologia moderna oferece diversas estratégias para estimular a produção de colágeno e retardar os sinais do envelhecimento de forma natural e personalizada. 
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