Peeling qúimico X Peeling físico
É comum, principalmente no inverno as pessoas optarem pela realização do peeling, já que após o procedimento, a exposição ao sol deve ser evitada. No consultório, existem dois tipos de peelings: químico e físico. Você sabe a diferença?
Peelings químicos diferem quanto ao produto e à profundidade de ação. A escolha de ácidos e combinações exige avaliação da pele, da queixa e dos riscos; uma combinação não é automaticamente superior.
O peeling médio age na derme e pode combinar despigmentantes e clareadores com o ácido mandélico, é indicado principalmente para pele com manchas, em especial melasma, melhorando o aspecto dessas alterações.
Os peelings superficial e médio são periódicos, podem ser realizados sempre que a pessoa sentir a necessidade de renovar a pele, eles possuem a função de deixá-la luminosa e bonita.
Peelings mais profundos exigem avaliação cuidadosa, estrutura compatível e discussão dos riscos e da recuperação. Maior profundidade não significa indicação para todos nem garante rejuvenescimento por um número fixo de anos. A escolha da técnica e dos produtos deve respeitar as exigências sanitárias e as condições clínicas do paciente.
Peelings físicos utilizam métodos de abrasão. A adequação depende da pele, da intensidade e do objetivo; não são indicados universalmente e podem causar irritação e lesões.
Portanto, a diferença entre os dois é que no químico ocorre ação de substâncias na pele e o físico apenas uma abrasão das células superficiais. Vale ressaltar que os peelings são ótimos para promover e renovação celular, removendo todas as impurezas e células mortas.
Para alcançarmos bons resultados, devemos escolher o melhor para nossa pele e essa escolha é feita de acordo com o tipo dela e com as alterações cutâneas a serem tratadas. De qual você está precisando?











