Peeling qúimico X Peeling físico

Fernando Jaruche Nunes • 23 de fevereiro de 2018

É comum, principalmente no inverno as pessoas optarem pela realização do peeling, já que após o procedimento, a exposição ao sol deve ser evitada. No consultório, existem dois tipos de peelings: químico e físico. Você sabe a diferença?

Vamos começar entendendo o peeling químico, que pode ser classificado em três tipos: superficial, médio e profundo. O primeiro age na epiderme, utiliza-se ácidos como salicílico e retinoico. É mais realizado em pele oleosa e com acne. Quando associado a combinação de Jessner tem uma penetração melhor e apresenta melhores resultados.

O peeling médio age na derme e pode combinar despigmentantes e clareadores com o ácido mandélico, é indicado principalmente para pele com manchas, em especial melasma, melhorando o aspecto dessas alterações.

Os peelings superficial e médio são periódicos, podem ser realizados sempre que a pessoa sentir a necessidade de renovar a pele, eles possuem a função de deixá-la luminosa e bonita.

O peeling profundo alcança a camada mais profunda da pele e pode utilizar fenol ou ácido tricloroacético, é indicado para o tratamento de cicatrizes severas e para rejuvenescer e realmente pode rejuvenescer a pele em até 10 anos! Normalmente, é realizado apenas uma vez.

Agora, vamos entender o peeling físico, nele são utilizadas substâncias abrasivas e produtos esfoliativos, que terão como função “lixar” a pele, removendo as células mortas. Esse método é indicado para todos os tipos de pele e age na camada mais superficial.

Portanto, a diferença entre os dois é que no químico ocorre ação de substâncias na pele e o físico apenas uma abrasão das células superficiais. Vale ressaltar que os peelings são ótimos para promover e renovação celular, removendo todas as impurezas e células mortas.

Para alcançarmos bons resultados, devemos escolher o melhor para nossa pele e essa escolha é feita de acordo com o tipo dela e com as alterações cutâneas a serem tratadas. De qual você está precisando?

Por Tais Paz 4 de agosto de 2026
Quando surgem as primeiras linhas de expressão, principalmente na testa, a toxina botulínica costuma ser o tratamento mais lembrado. Afinal, ela é considerada a primeira alternativa para suavizar rugas causadas pela movimentação dos músculos da face. Mas e quando o paciente não se adapta ao tratamento ou busca uma abordagem diferente? Existem outras opções? A resposta é sim. Embora nenhuma tecnologia reproduza exatamente o mecanismo de ação da toxina botulínica, alguns tratamentos podem melhorar significativamente a qualidade da pele, suavizar linhas finas e promover um rejuvenescimento natural. Entre eles, destacam-se os bioremodeladores de colágeno , o laser de CO₂ fracionado e a radiofrequência .
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Quando os primeiros sinais de flacidez começam a aparecer, uma das dúvidas mais comuns no consultório é: vale mais a pena fazer bioestimuladores de colágeno ou radiofrequência? A resposta é que não existe um tratamento universalmente melhor . Cada tecnologia atua de uma forma diferente e pode ser indicada conforme o grau de flacidez, a qualidade da pele, a idade do paciente e os objetivos do tratamento. Em muitos casos, inclusive, os dois tratamentos podem ser associados para potencializar os resultados. 
Por Tais Paz 23 de julho de 2026
O colágeno é a proteína mais abundante do nosso organismo e desempenha um papel fundamental na sustentação da pele. É ele quem ajuda a manter a firmeza, elasticidade e resistência dos tecidos. Com o passar dos anos, porém, a produção natural de colágeno diminui. Como consequência, começam a surgir sinais como flacidez, rugas, linhas finas e perda do contorno facial. Embora o envelhecimento seja um processo natural, alguns hábitos podem contribuir para preservar o colágeno por mais tempo e manter a pele saudável. Vem descobrir como estimular o colágeno naturalmente e entender quando os tratamentos dermatológicos podem complementar esses cuidado
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Após a gestação, muitas mulheres percebem mudanças no corpo, principalmente na região abdominal. A pele pode ficar mais flácida, perder firmeza e apresentar estrias ou dificuldade para retornar ao aspecto anterior. Essa é uma condição bastante comum e faz parte do processo natural de adaptação do organismo após o parto. A intensidade da flacidez, porém, varia de acordo com fatores como genética, idade, qualidade da pele, ganho de peso durante a gestação e produção de colágeno.  Felizmente, hoje existem tratamentos dermatológicos capazes de estimular o colágeno e melhorar a firmeza da pele de forma gradual e sem cirurgia, na maioria dos casos.
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Ter uma pele lisa, com tom uniforme e livre de manchas é o desejo de muitas pessoas. No entanto, pelos encravados, foliculite, manchas causadas pelo sol ou pelo atrito e marcas deixadas por inflamações podem comprometer a aparência da pele em diferentes regiões do corpo. A boa notícia é que a dermatologia moderna oferece tratamentos que podem ser combinados para melhorar esses aspectos de forma personalizada. A associação entre depilação a laser e tecnologias para tratar manchas é uma estratégia cada vez mais utilizada para quem busca uma pele mais uniforme, saudável e bonita. 
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Muitas pessoas começam a perceber mudanças na pele por volta dos 30 anos. Linhas finas, perda do viço, leve flacidez e menor firmeza costumam surgir de forma gradual e, muitas vezes, passam despercebidas no início. Embora essas alterações façam parte do processo natural de envelhecimento, compreender o que acontece com a pele após os 30 anos é fundamental para adotar medidas preventivas e preservar sua qualidade por mais tempo. A boa notícia é que a dermatologia moderna oferece diversas estratégias para estimular a produção de colágeno e retardar os sinais do envelhecimento de forma natural e personalizada. 
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